Projeto, eletrocalhas e dutos, cabos de rede e fibra, racks, certificação de cada ponto e documentação, para câmeras, telefonia, automação e sensores.
Nesta página: O que é | Partes da rede | Categorias | Ambiente industrial | Certificação | Etapas | Perguntas frequentes
A Conectplan faz projetos de cabeamento estruturado industrial alinhados à operação e às normas técnicas do cliente. O objetivo é que a infraestrutura física nunca seja o motivo de uma parada.
O projeto dimensiona os troncos de fibra e de cobre, os caminhos por eletrocalhas, dutos e bandejas, os pontos de rede e os racks, e define as caixas de passagem e a proteção mecânica nas áreas externas. Também trata o que cada ambiente traz de difícil: poeira, umidade, corrosão, vibração e risco de impacto. A entrega inclui desenho executivo, memorial e a planta de como a rede ficou instalada.
A mesma equipe instala a fibra óptica, as câmeras e os enlaces de rádio, o que evita que cada sistema chegue com o seu cabo e a sala técnica vire um emaranhado.
Telefone: +55 (16) 3975-6495. Fale pelo WhatsApp.


Um cabeamento bem planejado mantém no ar as aplicações críticas, reduz o tempo para achar um defeito, facilita ampliações e evita gastos repetidos com correções de emergência. Na indústria e no agro, isso significa câmeras sem falha de imagem, telefonia estável, telemetria confiável e uma base pronta para ligar a planta à nuvem.
O uso do cabo certo em cada trecho, fibra ou cobre, reduz a sensibilidade a interferência e permite separar o tráfego de controle da produção do tráfego do escritório.
Cabeamento estruturado é a rede física organizada: cabos, painéis, racks, tomadas e caminhos projetados como um sistema único, identificados ponto a ponto e testados. Ele substitui o cabo puxado às pressas para cada equipamento novo, que com o tempo vira um emaranhado sem documentação.
Na versão industrial, o projeto leva em conta o que um escritório não tem: poeira, umidade, vibração de máquinas, calor, interferência de motores e risco de impacto. Os materiais, as caixas e a forma de instalar mudam por causa disso.
O resultado é uma rede em que qualquer ponto pode ser encontrado, testado e trocado sem parar o resto, e que recebe sistemas novos sem obra nova. O projeto segue a norma brasileira de cabeamento estruturado, a ABNT NBR 14565, adaptada ao ambiente de cada cliente.
Toda rede bem feita tem as mesmas peças, do tronco até a tomada:
Liga as salas técnicas e os prédios entre si, em geral com fibra óptica, por caminhos protegidos.
Leva a rede do rack até cada ponto do setor, em geral com cabo de cobre, até cerca de 100 metros por trecho.
Concentra painéis e equipamentos, com energia protegida, ventilação, organização dos cabos e acesso controlado.
Tomadas e pontos para computadores, câmeras, telefones, pontos de acesso e controladores, cada um numerado.
Eletrocalhas, bandejas e dutos que protegem os cabos e separam a rede dos cabos de energia.
Etiquetas nas duas pontas de cada cabo, relatórios de teste e a planta de como a rede ficou instalada.
Quando falta uma dessas peças, a rede até funciona, mas fica difícil de manter. É o caso típico de rack cheio de cabos sem etiqueta e de pontos que ninguém sabe onde terminam.
A escolha do cabo sai da velocidade, da distância e do ambiente:
Atende a maior parte dos pontos de escritório, câmeras e telefones a 1 Gbps em toda a distância do trecho.
Leva 10 Gbps até 100 metros e é a escolha para pontos de acesso Wi-Fi de alta capacidade e para os trechos que vão crescer.
Indicado perto de motores, inversores e cabos de energia, onde a interferência pode derrubar o desempenho do cabo comum.
Para trechos acima de 100 metros, entre prédios e nos troncos. Os detalhes estão na página de fibra óptica.
Na dúvida entre duas categorias, vale olhar o crescimento: trocar cabo depois custa mais do que lançar o cabo certo agora.
A escolha dos materiais segue o que cada trecho pede:
Cabos, painéis e tomadas recebem identificação padronizada, e a documentação registra onde cada ponto termina.
Em uma planta ou em uma fazenda, o cabo enfrenta condições que um escritório não tem. O projeto responde a cada uma:
Essas escolhas custam pouco na obra e evitam a maior parte das falhas que aparecem depois.
Todo ponto é testado antes do aceite. Nas fibras, o OTDR mede a perda e a reflexão de cada trecho. Nos cabos de rede, o certificador mede a perda, a interferência entre pares e o desempenho na categoria contratada.
Os critérios de aceite são combinados antes da obra, e cada ponto recebe o seu relatório. Na entrega, o cliente recebe os relatórios de todos os pontos e a planta de como a rede ficou instalada, prontos para a gestão de ativos.
A proteção da rede vai além do cabo: caminhos de duto seguros, racks trancados em sala técnica com acesso controlado, nobreak e alimentação redundante para os switches críticos e separação do tráfego por redes virtuais.
Nas áreas rurais, o projeto prevê proteção contra roedores, cabos resistentes ao sol nos trechos expostos e fixações que aguentam vento. A documentação e o plano de manutenção ficam prontos para auditorias e seguradoras.
Com switches que fornecem energia pelo próprio cabo de rede, muitos equipamentos dispensam tomada elétrica no ponto:
Pontos de acesso homologados pela Anatel, conforme as regras de certificação de produtos.
Controladores, painéis de operação e sistemas de supervisão da planta.
Leitores de cartão, catracas e portarias ligados à rede da empresa.
Sensores de temperatura, nível e consumo enviando leituras para a sede.
Com a energia vindo do rack, esses equipamentos ficam protegidos pelo nobreak da sala técnica e continuam funcionando em uma queda de energia.

Levantamento do local, pontos de rede, rotas e lista de materiais.

Valas, dutos, postes, passagens e estruturas de suporte.

Lançamento dos cabos, emendas de fibra, terminações, painéis e bandejas.

Certificação de cada ponto, relatórios e planta de como a rede ficou.
Alguns sinais mostram que o cabeamento atual chegou ao limite:
Sem identificação nem documentação, cada defeito vira uma busca, e cada mudança, um risco.
Quedas intermitentes costumam ser conector ruim, cabo danificado ou cabo de rede passando junto com cabo de energia.
Cabos soltos, sem painel e sem ventilação aquecem os equipamentos e dificultam qualquer manutenção.
Prédio novo, linha nova ou mudança de layout é a hora de projetar a rede junto, e não depois.
Câmeras de alta resolução, Wi-Fi novo e sistemas na nuvem pedem cabos de categoria superior.
Certificação e documentação da rede ajudam em auditorias, exigências de seguradoras e de clientes.
Todo projeto de cabeamento estruturado industrial começa com a equipe percorrendo o local. Na visita, ela conta os pontos necessários, mede as distâncias até os racks, identifica por onde os cabos podem passar e o que existe de cabeamento aproveitável.
O levantamento também mapeia os riscos do caminho: cabos de energia, áreas molhadas, passagens de máquinas e trechos externos. Com isso, o projeto define materiais, caminhos e a lista de compras antes de qualquer furo.
É na sala técnica que a rede se concentra, e é ali que a organização faz mais diferença:
Nobreak e alimentação redundante para os switches críticos, para a rede não cair junto com a energia.
Ventilação ou climatização adequada ao número de equipamentos, com monitoramento quando a sala é crítica.
Painéis de conexão, guias e cordões no tamanho certo, para trocar um ponto sem mexer nos vizinhos.
Rack trancado e sala com acesso restrito, para que só a equipe autorizada mexa na rede.
A Conectplan oferece contratos de manutenção preventiva e corretiva do cabeamento: inspeção de dutos e conexões, medição periódica da perda nas fibras, verificação de desgaste nos cabos e reposição de conectores. Os contratos definem prazo de atendimento e disponibilidade de peças.
Quando aplicável, a sala técnica recebe monitoramento de temperatura e umidade, e o cliente recebe relatórios periódicos da integridade da rede. A manutenção de torres, enlaces e câmeras está na página de manutenção de torres e redes.
Um cabeamento bem executado custa menos ao longo do tempo: menos intervenções de emergência, mais anos de vida útil, menos tempo para instalar sistemas novos e desempenho melhor nas aplicações críticas, como câmeras, telefonia e automação.
No diagnóstico inicial, a Conectplan estima o custo total da rede, com instalação, manutenção e a economia esperada com menos tempo parado.
O projeto muda conforme o que a rede sustenta e onde ela passa.
Escritórios, balança, oficina e laboratório espalhados pela área, ligados por fibra, com cabeamento de cobre dentro de cada prédio. A obra é planejada fora do pico da safra.
Linhas de produção, painéis de automação e câmeras em ambiente com poeira, vapor e vibração. Cabos blindados perto de motores e caminhos separados dos cabos de energia.
Silos, portarias, balanças e classificação ligados à sede, com câmeras e sensores alimentados pelo cabo de rede e dimensionados para o pico de recebimento.
Em empresas com várias unidades, cada local recebe a própria rede, com o mesmo padrão de identificação, para a manutenção ser igual em todas.
A Conectplan atua há mais de 20 anos em radiocomunicação e telecomunicação para o agronegócio e a indústria, com mais de 698 projetos e mais de 2.349 clientes atendidos.
“Nossa região tem uma certa carência nesse tipo de prestação de serviço e fornecimento de material. Todo o sistema está em perfeito funcionamento, com qualidade de transmissão conforme prometido. Para conservação e manutenção da qualidade do sinal, fechamos com a Conectplan o serviço complementar para correção e melhoria de instalações antigas.”
Valter Hayashi
Fazenda Rio Verdinho Barra Grande R Queimado
“Trabalhamos com atividades esportivas de alto risco em ambientes inóspitos. Com o suporte de equipamentos atualizados e uma equipe extremamente capacitada da Conectplan, conseguimos minimizar os riscos e tornar o nosso ambiente antes “hostil” em um ambiente tranquilo e controlado. O sucesso de nosso negócio está diretamente ligado à excelência dos serviços da nossa grande parceira Conectplan.”
Rodrigo da Wos
A Conectplan atende a partir de seis unidades, no interior de São Paulo, no Triângulo Mineiro, em Goiás, em Mato Grosso e no oeste do Paraná:
Para saber qual unidade atende a sua operação e o prazo para o cabeamento estruturado, informe a cidade no pedido de orçamento.
A monomodo é indicada para longas distâncias e mais capacidade; a multimodo, para trechos curtos, como salas de servidores e ligações entre racks. A escolha segue o que cada trecho pede.
Sim, emendas mecânicas e por fusão, com teste de OTDR depois de cada emenda.
Com cabos de capa reforçada e proteção contra raios ultravioleta, dutos corrugados e proteção mecânica nos trechos expostos.
Depende do escopo. O cabeamento interno de uma planta pode levar semanas; rotas externas e dutos podem levar meses. O cronograma detalhado vem no projeto executivo.
Sim. Cada ponto recebe o relatório de teste do certificador ou do OTDR e o certificado de aceite.
Dá. A rede é entregue com sobra de capacidade e dutos adicionais, para ampliações sem obra civil.
É a rede física organizada como um sistema único, com cabos, racks, painéis e caminhos identificados e testados, usando materiais e instalação próprios para poeira, umidade, vibração e interferência.
Cerca de 100 metros por trecho de cobre, do rack ao equipamento. Acima disso, o trecho passa a ser feito com fibra óptica.
A categoria 6 atende a maior parte dos pontos a 1 Gbps. A 6A leva 10 Gbps em toda a distância e é indicada para pontos de acesso de alta capacidade e para trechos que vão crescer.
Nos trechos perto de motores, inversores e cabos de energia, sim, porque a interferência pode afetar o desempenho do cabo comum. Nos demais, a distância correta dos cabos de energia costuma bastar.
É o desenho final da rede, com a rota de cada cabo e a posição de cada ponto como foram executados, e não só como foram projetados. Ele é a base de qualquer manutenção futura.
Sim. A reorganização inclui painéis, guias de cabos, identificação, troca de cordões danificados e teste dos pontos, de preferência em janela combinada para não parar a operação.
Podem, com switches que fornecem energia pelo próprio cabo. Isso dispensa tomada elétrica em cada ponto e simplifica a instalação.
A equipe da empresa, com a documentação entregue, ou a Conectplan, em contrato de manutenção preventiva e corretiva com prazo de atendimento definido.
Sim. A garantia cobre a instalação e os materiais conforme o contrato e a política dos fabricantes, com base nos relatórios de certificação da entrega.
Às vezes. O levantamento testa os cabos atuais e indica o que pode ficar e o que precisa ser trocado, de acordo com a categoria, o estado e a documentação.
A obra é planejada com a operação. Os trechos que exigem desligar equipamentos são feitos em janelas combinadas, à noite ou no fim de semana.
Pode incluir. O projeto define os switches, os pontos de acesso e a configuração básica, ou prepara a rede para os equipamentos que a empresa já tem.
Pelo formulário de contato ou pelo WhatsApp do site, com o local, a quantidade aproximada de pontos e os sistemas que vão usar a rede. A equipe faz o levantamento e envia a proposta.
Para pedir um projeto de cabeamento estruturado industrial, entre em contato com o local, a quantidade aproximada de pontos e os sistemas que vão usar a rede. A equipe faz o levantamento e envia a proposta.
Veja também a página de fibra óptica, a de câmeras CFTV e a de PABX em nuvem.